Filme Bem-Bom revisita a banda portuguesa mais icónica de sempre

Filme Bem-Bom revisita a banda portuguesa mais icónica de sempre

Em qualquer festa, onde há música, há sempre momentos altos quando passa alguma música mais icónica. E neste campo, sempre que se ouve uma música das Doce, mesmo para aqueles e aquelas que estão de lado da pista de dança, saltam para o meio sem hesitar.

 

As Doce foram, e continuam a ser, uma das bandas mais icónicas da história da música em Portugal. Uma das primeiras girlsbands que na década de oitenta deu corpo a temas inesquecíveis, e representou Portugal no festival da canção, em 1982 com Bem Bom. Esta canção (um tema escrito por Tozé Brito, António Pinho e Pedro Brito) serve agora de nome ao filme que conta a história das Doce.

Fátima Padinha, Teresa Miguel, Lena Coelho e Laura Diogo, que se manteve no ativo até 1987, e alcançou um enorme êxito popular. “Amanhã de Manhã” (1980) e “É Demais” (1981) foram outras das canções que marcaram a época e ainda hoje fazem mexer e são entoadas por pessoas de todas as idades.

 

O filme terá pouco mais de 100 minutos e estreia-se nas salas a 25 de junho, estando prevista a exibição na RTP1 no último trimestre de 2021. Quanto à série, estará dividida em sete capítulos e será uma das estreias da rentrée da estação pública a partir de setembro. 

 

A história das Doce foi também repleta de altos e baixos, preconceitos e muitas difamações que marcaram toda uma geração. O filme e a série, que irão abordar ângulos diferentes mas sempre focados do período entre 1979 e 1982, quando venceram o festival RTP da Canção. Mas, no ano anterior, foram bastante criticadas por terem surgido neste mesmo festival vestidas de odaliscas, com uma dança sensual e “ousada” para a época.

 

Esta é uma das estreias cinematográficas mais aguardadas em 2020, e conta com o apoio do MEO, numa aposta de valorização do cinema e da cultura em Portugal. Este filme permitirá ao MEO, não só diversificar o investimento no talento artístico português, como revisitar a memória histórica e cultural do país.

 

Uma longa-metragem com produção da Santa Rita Filmes e realização de Patrícia Sequeira, o filme Bem Bom retrata aquela que foi uma das primeiras girlsbands da Europa e possivelmente a mais icónica em Portugal e que, em 2020, 40 anos depois da sua criação, permitirá reaproximar desse legado musical e dessa memória a geração que a viu crescer nos anos 80, sendo também neste contexto reapresentada aos públicos mais jovens.   

 

O apoio ao filme Bem Bom reforça o investimento da Altice Portugal em projetos culturais e audiovisuais da maior qualidade, relevância e irreverência, no âmbito do compromisso assumido com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) para o desenvolvimento do cinema e das atividades audiovisuais em Portugal. O compromisso entre o MEO e o ICA já permitiu apoiar títulos de referência, como Snu, a história de amor de Francisco Sá Carneiro e Snu Abecassis, também com realização de Patrícia Sequeira (estreia em 2019); ou Malapata, a primeira longa-metragem com realização do ator Diogo Morgado (estreia em 2017).

 

Source: Blog Meo